A presidente do Instituto Todos Pelo Rio, Dra. Ana Paula Rosa, participou, em 17 de setembro de 2026, de um encontro realizado na Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro (BGA-RJ). O evento reuniu o candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, e o candidato a vice-governador, André Monteiro.
Diálogo entre sociedade civil e setor produtivo
Dra. Ana Paula Rosa integrou a mesa mediadora ao lado do presidente da BGA-RJ, Sr. Everaldo Oliveira, e do presidente da RENOVA, Sr. Eduardo Ribeiro. O encontro abriu um espaço qualificado de diálogo sobre temas que afetam diretamente o setor alimentício e o desenvolvimento econômico e social do Estado.
Abastecimento, logística, custos operacionais e segurança são pautas que atravessam toda a cadeia de alimentos e chegam ao consumidor final. Levar essas questões para uma mesa com quem pretende governar faz parte do papel de articulação que o Instituto exerce.
Construção de pontes entre setores
A participação do Instituto Todos Pelo Rio também repercutiu na imprensa, o que reforça a importância de construir pontes entre representantes da sociedade civil, do setor produtivo e os diferentes atores da vida pública fluminense.
Encontros como esse permitem que demandas concretas do setor produtivo cheguem a quem disputa cargos públicos, e que propostas sejam apresentadas e questionadas antes de virarem decisão de governo.
Sobre o Instituto Todos Pelo Rio
O Instituto Todos Pelo Rio é uma associação privada multissetorial voltada ao desenvolvimento econômico, social, institucional e sustentável do Estado do Rio de Janeiro. A entidade atua na articulação entre empresas, entidades de classe, especialistas e poder público.
Setor alimentício e desenvolvimento do Estado
A cadeia de alimentos é uma das mais sensíveis da economia fluminense. Ela envolve produção, transporte, armazenagem, distribuição e varejo, e qualquer gargalo em um desses elos chega rápido ao preço final e à mesa das famílias.
Por isso, encontros que colocam na mesma sala representantes do setor produtivo, entidades de classe e lideranças públicas têm valor prático. Eles permitem que o diagnóstico de quem opera todos os dias chegue a quem formula política pública.


